"Sonhos e sorrisos"
Sempre acreditei que o amor existia, tal como os sonhos.
Nos sonhos jamais deixarei de acreditar, porque é deles que me alimento, que suspiro e que vivo.
Já o amor pode ser traiçoeiro, descartável e desprezível.
Cheguei a cavar buracos, bem fundos, para enterrar memórias e desilusões, palavras duras como pedras e silêncios que me disseram tanto.
Teimosa ou persistente, sempre tive o hábito em desentortar os meus caminhos, em construir castelos sem pensar nos ventos. Busco verdades enquanto
elas fogem de mim. Mas para quê saber das verdades? Quais verdades? A maior verdade foi a felicidade, ou a infelicidade, que me foram traçadas no berço.
Acredito no poder do meu sorriso, mesmo que por vezes ande às cegas a tentar acertar os meus passos, porque só assim serei retribuída da mesma forma, sem
perder a esperança e a alegria de cada dia.
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